9 OUTUBRO
NOVAS TECNOLOGIAS QUE OTIMIZAM NOSSOS PROCESSOS PRODUTIVOS

     
   

9 OUTUBRO
COMMITMENT TO PRODUCTION AND EXPORT QUALITY

     
   

21 de janeiro
O PRIMEIRO DIFERENCIAL

     
   

21 de janeiro
A MASSA CRÍTICA

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  9 OUTUBRO      
       
 

NOVAS TECNOLOGIAS QUE OTIMIZAM NOSSOS

PROCESSOS PRODUTIVOS

Com uma planta industrial de 7000 m2 cobertos, localizada em Córdoba, Argentina, a Tifec está equipada com máquinas de última geração e produção: do desenho das peças até a embalagem final e o despacho.


No decorrer dos anos fomos acrescentando novas tecnologias a fim de otimizar nossos processos produtivos. Em junho de 2007 incorporamos uma Talhadora de engrenagens cônicas retas, Gleason Revacycle 724. Esta máquina, de excelente qualidade e alta produção, nos permite baixar os custos e ser mais competitivos.


Além disso, em novembro de 2006 somamos uma Criadora de engrenagens cilíndricas, Mitsubishi GE20A CNC de última geração, que nos abriu as portas a importantes fábricas terminais nacionais e internacionais.


Também, em outubro de 2010 acrescentamos outra Criadora Mitsubishi GE20A CNC ao equipamento de produção, facilitando a expansão da marca.
Outra das incorporações que tivemos foi um Centro de Mecanização Vertical, KAO MING KMC-1100V CNC em fevereiro de 2012, que nos permite integrar muitos processos que antes terceirizávamos, aumentando assim a competitividade e sobretudo a capacidade de reação e flexibilidade na produção.


Finalmente, em julho de 2012 adicionamos ao equipamento de produção uma Máquina de medir por Coordenadas CARL ZEISS CONTURA G2, que tem a particularidade e vantagem sobre outras semelhantes de contar com um software para a medição e gráfica de engrenagens. Isto permite obter em poucos minutos um controle exaustivo de qualquer dentadura, obtendo um relatório igual ao de uma gráfica Klingelnberg CNC.

A contínua melhoria de nossos processos produtivos e a adesão de novas tecnologias marca a diferença da empresa em busca da excelência nos produtos para obter a maior satisfação de todos nossos clientes.

For use with Dana's product

 

 

 
 
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  9 OUTUBRO      
       
 

COMPROMISSO COM A QUALIDADE NA

PRODUÇÃO E EXPORTAÇÃO

Na TIFEC, priorizamos a satisfação de nossos clientes com o compromisso na qualidade de nossos produtos ao compasso do avance da tecnologia.


Desde 1998, ano em que foi concretizada a primeira venda à AGCO Brasil, voltamos nossos esforços em incrementar a presença no mercado externo, em particular com produtos dirigidos ao sector agrícola brasileiro, conseguindo uma importante aceitação que continua até a atualidade.


Em agosto de 2000, a marca obteve a primeira Certificação de Qualidade ISO 9002/94, utilizando tecnologia de última geração, recursos humanos em contínua capacitação trabalhando com elevados padrões de segurança e máxima atenção na preservação do ambiente em cada um dos processos de produção.


Também, em outubro de 2009 incorporamos como clientes dois grandes terminais como ARVIN MERITOR e AGRITECH, que continuam comprando os produtos até hoje.

 

Atualizando a Certificação de Qualidade à norma ISO 9001:2008 em julho de 2010, mantemos o prestígio de nossos produtos, a melhoria permanente dos processos produtivos, a validação dos desenhos de processos e o elevado nível de satisfação dos clientes.

 

 

 
 
 
 
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  21 de janeiro      
       
 

O PRIMEIRO DIFERENCIAL

O diferencial e o dispositivo de Antikhytera têm uma relação íntima. Mesmo considerando o contexto técnico de seu tempo (o mecanismo de Antikhytera foi achado no fundo do Mar Egeu a princípios do século XX, mas sua construção é datada aparentemente no Século I (AC), ou seja, há  2000 anos), parece ser a ponta de um iceberg. Seria possível dizer que é o protótipo que ficou de uma tecnologia bem avançada para seu tempo, que por alguma razão, ainda desconhecida, foi abortada. Embora os mecanismos de relojoaria já fossem conhecidos entre os alexandrinos (por Alexandria), o artefato tem uma peça vital e particular, o diferencial, que recém seria reinventada muitos séculos depois.

Quando e onde foi inventado o diferencial é ainda motivo de controvérsias. Os franceses dizem que o seu inventor foi um relojoeiro francês de sobrenome Pécqueur, em1828; enquanto os ingleses afirmam que foi um dos seus compatriotas, um tal Willis, em 1841, quem o criou, e que depois foi aperfeiçoado por Starley, mas já no ano 1877.

O que é o diferencial? Um mecanismo que varia a velocidade angular das rodas toda vez que pegamos uma curva. É possível achá-lo em carros, trens e mesmo nos rotores do helicóptero. Graças ao diferencial, o eixo de transmissão move os semi-eixos, por meio de umas engrenagens que, curiosamente, ainda são chamadas de planetário e satélite.

E para que servia o instrumento de Antikhytera? Cada vez se afirma mais a hipótese de que o artefato era um planetário. Cabe supor que permitia calcular a saída do Sol, as fases da Lua, os movimentos dos cinco planetas então conhecidos, os equinócios, vários ciclos astronômicos, os meses e os dias. Os últimos estudos revelaram, aliás,  traços das inscrições “Nemea” e “Olimpia”, o que indicaria que também servia para fixar a data dos Jogos de Nemea e os pan-helênicos de Olimpia.

Como era esse aparelho? Estava armado dentro de um bastidor do tamanho e forma de uma caixa de sapatos, que ostentava um dial na frente e dois na parte traseira, nos quais havia supostamente agulhas que marcavam diferentes valores numéricos.

Dentro havia um mecanismo de relojoaria formado por trinta engrenagens de dentes triangulares, acionado presumidamente por uma ou duas manivelas.

 

 

 
 
Reconstrução do mecanismo de Antikhitera.
 
  Fonte: Página12 » volver acima      
           
  21 de janeiro      
         
 

A MASSA CRÍTICA

Uma das questões colocadas pelo instrumento de Antikhytera (um planetário construído aparentemente no Século I AC encontrado no interior de uma nave greco-romana afundada no Mar Egeu) é como coexistiram uma ciência tão avançada com uma tecnologia precária tanto dos gregos como dos romanos. Outro interrogante é por que a ciência grega -ou sua sucessora, a romana- não conseguiram dar um pulo equivalente àquele da revolução industrial durante o século XVIII, e se foram estagnando e decaindo de forma lenta, mais contínua.

A explicação que aparece como mais freqüente é que, em una sociedade na qual existia a escravidão, ninguém tinha vontade de pensar em máquinas que permitissem economizar trabalho. A segunda variante desta conjetura é que aparentemente havia um forte prejuízo contra a tecnologia entre os filósofos antigos. Essa posição é analisada pelo historiador Bertrand Gille: no trabalho, a cultura técnica na Grécia, considera que essas demonstrações constituem um círculo vicioso: ao desprezar o trabalho, a escravidão se faz necessária e o desprezo pelos escravos torna o trabalho desprezível. Esta versão de Gille é mais sistêmica.

É verdade que a cultura greco-romana não foi a única que se estagnou em um certo nível; parece que isso também aconteceu com os maias e os incas. Então, por que os ingleses, no século XVIII, iniciaram a revolução industrial? Porque em um momento confluíram diferentes fatores que se realimentaram mutuamente; Por exemplo, a mineração, que levou a desenvolver a máquina de vapor, puxando o avanço da metalurgia e do transporte, e requereu novos avanços da mineração; e assim por diante em diferentes campos. Os gregos não chegaram a reunir essa massa crítica, que –com certeza- poderia ter mudado a história.

 

 

     
  Fonte: Página12